Faz este ano 25 anos que entrei na École Francaise de Porto.
Na Sexta feira passada fui jantar com amigos da primária, bem será correcto dizer com amigas, porque homens da turma B nem vê-los... Foi um jantar conjunto com a turma A porque a nossa turma estava um pouco desfalcada. A turma A excedeu-se... O "comité" como se intitularam, passou vídeos, fotos e etc...
Saí na antiga 4ª classe, sim antiga porque agora chamam-lhe 4ºano, e senti um misto entre tristeza e alegria ao ver aqueles vídeos. Tristeza porque não apareço em nenhum deles, foram feitos no 9ºano, e nas viagens que fizeram depois da 4ª classe. Alegria porque tive a oportunidade de os ver a fazer teatros, reviver a moda das calças puxadas quase até ao peito... foi uma risota! Tive também a oportunidade de ver os amigos que não vi crescer.
Foi bom, quero mais, mas com mais gente com a turma B e depois com as duas (sim porque uma vez que saí "tão cedo" quando cheguei ao jantar ficou toda a gente a olhar para mim tipo, quem é esta rapariga? Não se terá enganado no jantar?? Valeu-me a Joana que já lá estava.
Faz uma espécie de quentinho cá dentro... hum... que bom :)
Até Breve!
Monday, November 30, 2009
Friday, November 06, 2009
A sensação de um dia de sol num dia chuvoso de Inverno
Hoje, em frente ao computador, a chuva bate lá fora. Eu sou daquelas pessoas que gosta do inverno, do frio e da chuva. É verdade que também gosto do sol e do calor. Gosto da sensação de calor quando o sol bate na minha pele branquinha... Mas a verdade é que muito calor faz-me sentir mal, a tensão baixa e tudo anda um pouco à roda.
Mas hoje, sentada aqui em frente ao computador, lembrei-me de ouvir um grupo português, que canta um "bossa nova gostoso" (para imitar os brasileiros).
Foi-me dado a conhecer pelo meu Fred. Chamam-se T3+uns e podem encontrar a música deles, comprando o CD, ou visitando o myspace deles, que podem encontrar aqui.
O CD chama-se Músicas de Apartamento, e num dia como hoje, a música que se fez ouvir nos meus phones, deu-me, literalmente a sensação de um dia de sol, mesmo que lá fora esteja "feio" e "frio".
E a minha música preferida é a Natural. :)
Até Breve!
Mas hoje, sentada aqui em frente ao computador, lembrei-me de ouvir um grupo português, que canta um "bossa nova gostoso" (para imitar os brasileiros).
Foi-me dado a conhecer pelo meu Fred. Chamam-se T3+uns e podem encontrar a música deles, comprando o CD, ou visitando o myspace deles, que podem encontrar aqui.
O CD chama-se Músicas de Apartamento, e num dia como hoje, a música que se fez ouvir nos meus phones, deu-me, literalmente a sensação de um dia de sol, mesmo que lá fora esteja "feio" e "frio".
E a minha música preferida é a Natural. :)
Até Breve!
Monday, November 02, 2009
Uma adenda ao post anterior
Só uma pequena adenda ao post anterior, não está relacionado comigo, apenas com coisas que vejo e sinto.
Diana, no fundo eu concordo contigo. Eu sei que a mentira é o que dói. Mas a mim revolta-me ver esses jogos quando conheço as pessoas envolvidas, as terceiras partes. São opiniões, eu eu aceito a tua. Aliás se toda a gente concordasse com o mesmo o mundo tombava para um lado. Assim vai mantendo-se o equilíbrio.
Diana, no fundo eu concordo contigo. Eu sei que a mentira é o que dói. Mas a mim revolta-me ver esses jogos quando conheço as pessoas envolvidas, as terceiras partes. São opiniões, eu eu aceito a tua. Aliás se toda a gente concordasse com o mesmo o mundo tombava para um lado. Assim vai mantendo-se o equilíbrio.
O que é no fundo a traição?
O que é a traição afinal?
Serão os actos propriamente ditos? Um beijo? Umas carícias? Um encontro sexual?
Eu não acho que se resuma a apenas uma atitute ou um acto. Acho que é todo um conjunto de situações... Uma troca de olhares, uma troca de sorrisos cúmplices, uma mensagem às escondidas, os encontros furtuitos num corredor, em jeito de coincidência. Tudo isto me pareceria bem, até normal se se tratassem de pessoas sem compromissos, livres para amar.
Agora quando se assume um compromisso com alguém há que respeitar a "terceira" parte. A terceira parte é alguém com sentimentos, que pode sair magoada da situação, sobretudo se não houver honestidade.
Eu acredito plenamente na frase "O amor é eterno enquanto dura", mas é preciso acabar mesmo com o amor para que não haja feridos. Acho errado a troca de olhares e de sorrisos com outra pessoa que não a pessoa com quem estabelecemos esse compromisso.
Podem perguntar: E se existe alguém que nutre desses sentimentos por nós e não são recíprocos? Sim essa possibilidade existe, mas nessas alturas estabelecem-se limites, barreiras, não é impedativo de uma amizade.
Acho errado e revolta-me a traição. Costumo dizer que tenho um dom, que me apercebo das coisas à distância e já caí duas vezes no erro de não acreditar neste "dom". Acho cruel magoar alguém propositadamente, porque não me digam que quando se assume um compromisso amoroso com alguém e se parte à aventura do desconhecido, a exploração de sentimentos escondidos por outras pessoas, não se está deliberadamente a ferir, trair e quebrar esse compromisso porque na realidade está.
Já vi, muitas vezes, situações deste tipo... Olhares cruzados em jeito de cumplicidade, por quem outrora não nutria nem amizade, sorrisos escondidos e encontros fortuitos.
O que acontece só posso suspeitar, mas de futuro, cabe aos intervenientes tomar a rédea da situação e decidir correctamente o seu futuro e o futuro "dos seus". Acabar de uma vez com o "Não f... nem sai de cima". Assumir as atitudes!
Até Breve!
Serão os actos propriamente ditos? Um beijo? Umas carícias? Um encontro sexual?
Eu não acho que se resuma a apenas uma atitute ou um acto. Acho que é todo um conjunto de situações... Uma troca de olhares, uma troca de sorrisos cúmplices, uma mensagem às escondidas, os encontros furtuitos num corredor, em jeito de coincidência. Tudo isto me pareceria bem, até normal se se tratassem de pessoas sem compromissos, livres para amar.
Agora quando se assume um compromisso com alguém há que respeitar a "terceira" parte. A terceira parte é alguém com sentimentos, que pode sair magoada da situação, sobretudo se não houver honestidade.
Eu acredito plenamente na frase "O amor é eterno enquanto dura", mas é preciso acabar mesmo com o amor para que não haja feridos. Acho errado a troca de olhares e de sorrisos com outra pessoa que não a pessoa com quem estabelecemos esse compromisso.
Podem perguntar: E se existe alguém que nutre desses sentimentos por nós e não são recíprocos? Sim essa possibilidade existe, mas nessas alturas estabelecem-se limites, barreiras, não é impedativo de uma amizade.
Acho errado e revolta-me a traição. Costumo dizer que tenho um dom, que me apercebo das coisas à distância e já caí duas vezes no erro de não acreditar neste "dom". Acho cruel magoar alguém propositadamente, porque não me digam que quando se assume um compromisso amoroso com alguém e se parte à aventura do desconhecido, a exploração de sentimentos escondidos por outras pessoas, não se está deliberadamente a ferir, trair e quebrar esse compromisso porque na realidade está.
Já vi, muitas vezes, situações deste tipo... Olhares cruzados em jeito de cumplicidade, por quem outrora não nutria nem amizade, sorrisos escondidos e encontros fortuitos.
O que acontece só posso suspeitar, mas de futuro, cabe aos intervenientes tomar a rédea da situação e decidir correctamente o seu futuro e o futuro "dos seus". Acabar de uma vez com o "Não f... nem sai de cima". Assumir as atitudes!
Até Breve!
...
Para hoje, ficam dois de alguns poemas que escrevi há uns anos...
Pequenos pedaços de mim, que fazem parte do meu livro "Palavras Perdidas". Sim ele está impresso e guardadinho no meu quarto, encadernado, à espera de melhores dias :) à espera de novos poemas para se juntarem aos que já lá estão.
"Os ponteiros giram,
Mas o tempo não passa,
Quando estou contigo.
Os minutos parecem horas e
A saudade é enorme.
O silêncio é um fosso fundo e
Ouço os gritos da minha alma,
Que chama por ti.
O meu coração chora quando não estás, e ela,
A minha alma, o meu verdadeiro "eu"
Grita: "Fica comigo"
Mas, frio como a pedra,
O tempo passa e
Debaixo da chuva fria e violenta
Despedimo-nos, aquecidos pela paixão
Na ansiedade de um novo dia,
De um novo tempo mas
Não de um novo adeus."
04/09-10-2001
"A chuva lá fora cai...
Cai de mansinho para não incomodar.
Cristaliza ao pousar na
Minha gélida janela de metal.
As árvores dançam ao som do vento
Sem roupas, despidas de preconceitos
Enquanto eu,
Fechada na sala branca, mas preta de sentimento
Sinto o calor da lareira e
Divago...
Por entre as chamas me dança a alma,
Ao ritmo dos estalos da madeira seca mas
Nem por isso arrogante.
Danço para fugir desta monotonia
Das regras... do como "deve ser",
Quero ser livre e voar
Ser a borboleta que toda a gente me
Chama e não a ovelha cor de neve
Que de pêlo tão doce e macio
É apetecida e usada por toda a gente."
17-10-2009
Até breve!
Pequenos pedaços de mim, que fazem parte do meu livro "Palavras Perdidas". Sim ele está impresso e guardadinho no meu quarto, encadernado, à espera de melhores dias :) à espera de novos poemas para se juntarem aos que já lá estão.
"Os ponteiros giram,
Mas o tempo não passa,
Quando estou contigo.
Os minutos parecem horas e
A saudade é enorme.
O silêncio é um fosso fundo e
Ouço os gritos da minha alma,
Que chama por ti.
O meu coração chora quando não estás, e ela,
A minha alma, o meu verdadeiro "eu"
Grita: "Fica comigo"
Mas, frio como a pedra,
O tempo passa e
Debaixo da chuva fria e violenta
Despedimo-nos, aquecidos pela paixão
Na ansiedade de um novo dia,
De um novo tempo mas
Não de um novo adeus."
04/09-10-2001
"A chuva lá fora cai...
Cai de mansinho para não incomodar.
Cristaliza ao pousar na
Minha gélida janela de metal.
As árvores dançam ao som do vento
Sem roupas, despidas de preconceitos
Enquanto eu,
Fechada na sala branca, mas preta de sentimento
Sinto o calor da lareira e
Divago...
Por entre as chamas me dança a alma,
Ao ritmo dos estalos da madeira seca mas
Nem por isso arrogante.
Danço para fugir desta monotonia
Das regras... do como "deve ser",
Quero ser livre e voar
Ser a borboleta que toda a gente me
Chama e não a ovelha cor de neve
Que de pêlo tão doce e macio
É apetecida e usada por toda a gente."
17-10-2009
Até breve!
Tinquetas:
Palavras Perdidas
Wednesday, October 28, 2009
É a vida...
"É a vida..."
É esta a frase que vai caracterizar a minha vida desde finais de abril deste ano... Como já escrevi aqui e aqui, muito se passou na minha vida que me fez gastar mais lágrimas do que alguma vez eu tinha chorado.
Tenho dois assuntos marcados, um para Novembro e outro para Janeiro de 2010. Esperemos que sejam tal como esta música que voz deixo agora...
"I've been up and down and over and out"
"I said that's life, and as funny as it may seemSome people get their kicks,Stompin' on a dreamBut I don't let it, let it get me down,'Cause this fine ol' world it keeps spinning around"
E só tenho mais uma coisa para dizer "Deus" escreve direito por linhas tortas.
Até breve!
É esta a frase que vai caracterizar a minha vida desde finais de abril deste ano... Como já escrevi aqui e aqui, muito se passou na minha vida que me fez gastar mais lágrimas do que alguma vez eu tinha chorado.
Tenho dois assuntos marcados, um para Novembro e outro para Janeiro de 2010. Esperemos que sejam tal como esta música que voz deixo agora...
"I've been up and down and over and out"
"I said that's life, and as funny as it may seemSome people get their kicks,Stompin' on a dreamBut I don't let it, let it get me down,'Cause this fine ol' world it keeps spinning around"
E só tenho mais uma coisa para dizer "Deus" escreve direito por linhas tortas.
Até breve!
Friday, October 23, 2009
Para hoje...
Já vos falei aqui imensas vezes do Paul, do John e até mesmo do George ou do Ringo, sim sim dos Beatles.
Hoje de manhã liguei a televisão para ver a meteorologia e sei lá ouvir pela milionésima vez as notícias de ontem à noite. Depois fiquei cansada e mudei de canal... Estava a dar o American Idol, season 7 (acho eu). Estavam a cantar as músicas dos Beatles, mas propriamente as canções de Lennon e McCartney. Mas entretanto, enquanto se esperava para para saber quem ia sair veio uma moça cantar uma música do George Harrison, provalvelmente uma das melhores canções de amor que eu conheço, mas eu sou suspeita :)
Fiquei logo com vontade de a ouvir hoje.
O Frank Sinatra dizia que era a sua canção de Lennon e McCartney preferida, lol!!!
Ela fica aqui para voçês ouvirem, com o vídeo original, feito em 1969 ou mesmo 1970.
Até breve!
Hoje de manhã liguei a televisão para ver a meteorologia e sei lá ouvir pela milionésima vez as notícias de ontem à noite. Depois fiquei cansada e mudei de canal... Estava a dar o American Idol, season 7 (acho eu). Estavam a cantar as músicas dos Beatles, mas propriamente as canções de Lennon e McCartney. Mas entretanto, enquanto se esperava para para saber quem ia sair veio uma moça cantar uma música do George Harrison, provalvelmente uma das melhores canções de amor que eu conheço, mas eu sou suspeita :)
Fiquei logo com vontade de a ouvir hoje.
O Frank Sinatra dizia que era a sua canção de Lennon e McCartney preferida, lol!!!
Ela fica aqui para voçês ouvirem, com o vídeo original, feito em 1969 ou mesmo 1970.
Até breve!
Friday, October 16, 2009
Sou um cavaleiro andante
"A história que vos vou contar é o relato da aventura em que tive de salvar o meu noivo das mãos de um terrível homem...
Era Primavera. E eu, como em todas as Primaveras, estava a tomar banho no rio quando, apareceu um guarda do rei, meu pai, a gritar:
- Isabel!!! Menina Isabel!!!!
Eu, muito aflita, disse:
- Calma Adamastor, calma. Para que é essa barulheira toda?
- É que raptaram o seu noivo, o menino Diogo.
Depressa mandei o Adamastor de volta e fui assegurar-me que era eu pessoalmente que trataria do assunto.
E lá parti eu para mais uma aventura (pois as minhas aventuras foram muitas).
Entre folhas, arbustos e animais fui atravessando a floresta com espada, escudo, elmo e o corpo envolto numa armadura. Tinha de encontrar o castelo do horrível Príncipe das Florestas Negras.
Finalmente surgiu o assustador palácio.
Gritei:
- Príncipe! Sede homem e lutai comigo, porque senão vai parecer que estais com medo de mim.
Derepente, um chiar muito ahudo ouviu-se. O malvado Príncipe das Florestas Negras apareceu como um relâmpago numa noite de trovoada.
Subitamente, um estrondo abordou-nos. Parecia o disparar de um canhão. Sob a chuva e trovoada fomos lutando sem para. Bastava uma distracção para se morrer. Mas, felizmente, o príncipe teve essa temida distracção e foi a oportunidade para eu lhe dar o golpe fatal.
De volta a casa pensei que não seria matando este que impediria a vinda de outros de alma malévola."
Moral da história:
1 - Pelos vistos na minha vida de cavaleiro andante fui uma moça de muitas aventuras, portanto seria uma moça valente, ou não;
2 - Sonhava ter um noivo chamado Diogo (não faço ideia porquê);
3 - Tinha um servo chamado Adasmastor, vai se lá saber o porquê deste nome (devia ser para não copiar a senhora do Ferrero Rocher);
4 - Qual é melhor maneira de pôr um homem a lutar conosco?? No fundo, no fundo é chamar-lhe mariquinhas e dizer que até parece mal ter medo de lutar com uma mulher...
5 - Os homens distraem-se sempre na presença de uma mulher daí o príncipe ter ficado com o sebo limpo por mim;
6 - Já na altura tinha a mania que havia de curar o mundo e tinha pensamentos profundos...
7 - Ainda não sabia escrever muito bem (e se calhar ainda não sei) e por isso repetia-me muito...
8 - E por fim, na Primavera eu ia ao rio tomar banho e tendo em conta que era Valente e cavaleiro andante, muito provavelmente os banho seriam tomados de culottes).
Até Breve!
Era Primavera. E eu, como em todas as Primaveras, estava a tomar banho no rio quando, apareceu um guarda do rei, meu pai, a gritar:
- Isabel!!! Menina Isabel!!!!
Eu, muito aflita, disse:
- Calma Adamastor, calma. Para que é essa barulheira toda?
- É que raptaram o seu noivo, o menino Diogo.
Depressa mandei o Adamastor de volta e fui assegurar-me que era eu pessoalmente que trataria do assunto.
E lá parti eu para mais uma aventura (pois as minhas aventuras foram muitas).
Entre folhas, arbustos e animais fui atravessando a floresta com espada, escudo, elmo e o corpo envolto numa armadura. Tinha de encontrar o castelo do horrível Príncipe das Florestas Negras.
Finalmente surgiu o assustador palácio.
Gritei:
- Príncipe! Sede homem e lutai comigo, porque senão vai parecer que estais com medo de mim.
Derepente, um chiar muito ahudo ouviu-se. O malvado Príncipe das Florestas Negras apareceu como um relâmpago numa noite de trovoada.
Subitamente, um estrondo abordou-nos. Parecia o disparar de um canhão. Sob a chuva e trovoada fomos lutando sem para. Bastava uma distracção para se morrer. Mas, felizmente, o príncipe teve essa temida distracção e foi a oportunidade para eu lhe dar o golpe fatal.
De volta a casa pensei que não seria matando este que impediria a vinda de outros de alma malévola."
Moral da história:
1 - Pelos vistos na minha vida de cavaleiro andante fui uma moça de muitas aventuras, portanto seria uma moça valente, ou não;
2 - Sonhava ter um noivo chamado Diogo (não faço ideia porquê);
3 - Tinha um servo chamado Adasmastor, vai se lá saber o porquê deste nome (devia ser para não copiar a senhora do Ferrero Rocher);
4 - Qual é melhor maneira de pôr um homem a lutar conosco?? No fundo, no fundo é chamar-lhe mariquinhas e dizer que até parece mal ter medo de lutar com uma mulher...
5 - Os homens distraem-se sempre na presença de uma mulher daí o príncipe ter ficado com o sebo limpo por mim;
6 - Já na altura tinha a mania que havia de curar o mundo e tinha pensamentos profundos...
7 - Ainda não sabia escrever muito bem (e se calhar ainda não sei) e por isso repetia-me muito...
8 - E por fim, na Primavera eu ia ao rio tomar banho e tendo em conta que era Valente e cavaleiro andante, muito provavelmente os banho seriam tomados de culottes).
Até Breve!
Tinquetas:
histórias para sonhar...
Viktor e Ilka, uma história
Era verão na Finlândia. Viktor e Ilka tinham acabado de embarcar no barco que os levaria até Reikjavic. Mas, uma grande tempestade fê-los naufragar numa ilha da península Escandinava, Söroy.
Viktor e Ilka, ao chegarem a Söroy, apresentavam um estado miserável. O casal não tinha roupa, não tinha identidade, e o único dinheiro que tinha era o que Ilka tinha consigo.
Enquanto Ilka e Viktor procuravam um sítio para comprar roupa, toda a gente os olhava atentamente e cochichava.
Depois de vestidos foram à procura de comida...
No café, o que comeram foram uma sandwiches, pois o dinheiro não dava para muito mais. Sentados nas rochas da praia vazia, planeavam a sua vida para poderem continuar a sua viagem com destino a Reijkavik.
Para esquecerem a fome, começaram a relembrar as histórias que lhes costumavam contar quando eram crianças. Foi então que Ilka concluiu que uma maneira de arranjarem dinheiro seria irem para as ruas e contarem essas histórias dos lapões e seres estranhos que existiam nas suas florestas.
Dirigiram-se para a cidade onde começaram a contar e a fazer teatro. Viktor, entretanto, tinha feito uma flauta com um caniço que tinha encontrado. toda a gente gostava deles e todos davam um contributo.
Um dia, Viktor, sentado numa rocha, começou a pensar se continuaria em Söroy ou, se quando tivesse dinheiro partiria para Reijkavik.
Ilka era uma mulher prática e quando Viktor lhe apresentou as duas hipóteses, respondeu-lhe que lhe confiava a decisão mas que antes de decicidr pensasse bem no seu futuro, no dela e no do filho que estava para nascer, pois embora gostasse muito daquele trabalho, o futuro em Reijkavik era mais promissor.
Nessa noite, Viktor não conseguiu dormir devido ao choro das ondas. Saiu de casa e foi para a praia pensar no seu futuro, no de Ilka e no futuro que queria que o seu filho tivesse. Eles já tinham dinheiro suficiente para partir. E assim foi.
Umas semanas mais tarde Viktor e Ilka partiram rumo a Reijkavik. As ondas choraram ao ver partir o casal que costumava meditar junto delas.
Dizem que as ondas ainda choram a alegria perdida. A alegria de Viktor e Ilka.
Viktor e Ilka, ao chegarem a Söroy, apresentavam um estado miserável. O casal não tinha roupa, não tinha identidade, e o único dinheiro que tinha era o que Ilka tinha consigo.
Enquanto Ilka e Viktor procuravam um sítio para comprar roupa, toda a gente os olhava atentamente e cochichava.
Depois de vestidos foram à procura de comida...
No café, o que comeram foram uma sandwiches, pois o dinheiro não dava para muito mais. Sentados nas rochas da praia vazia, planeavam a sua vida para poderem continuar a sua viagem com destino a Reijkavik.
Para esquecerem a fome, começaram a relembrar as histórias que lhes costumavam contar quando eram crianças. Foi então que Ilka concluiu que uma maneira de arranjarem dinheiro seria irem para as ruas e contarem essas histórias dos lapões e seres estranhos que existiam nas suas florestas.
Dirigiram-se para a cidade onde começaram a contar e a fazer teatro. Viktor, entretanto, tinha feito uma flauta com um caniço que tinha encontrado. toda a gente gostava deles e todos davam um contributo.
Um dia, Viktor, sentado numa rocha, começou a pensar se continuaria em Söroy ou, se quando tivesse dinheiro partiria para Reijkavik.
Ilka era uma mulher prática e quando Viktor lhe apresentou as duas hipóteses, respondeu-lhe que lhe confiava a decisão mas que antes de decicidr pensasse bem no seu futuro, no dela e no do filho que estava para nascer, pois embora gostasse muito daquele trabalho, o futuro em Reijkavik era mais promissor.
Nessa noite, Viktor não conseguiu dormir devido ao choro das ondas. Saiu de casa e foi para a praia pensar no seu futuro, no de Ilka e no futuro que queria que o seu filho tivesse. Eles já tinham dinheiro suficiente para partir. E assim foi.
Umas semanas mais tarde Viktor e Ilka partiram rumo a Reijkavik. As ondas choraram ao ver partir o casal que costumava meditar junto delas.
Dizem que as ondas ainda choram a alegria perdida. A alegria de Viktor e Ilka.
Tinquetas:
histórias para sonhar...
Quando eu era pequenina take 2
Estavamos nós no ano de 1993, acho eu... Bem era no início dos anos 90 eu eu deveria estar no 7º ou 8º ano quando na aula de português liamos Sophia de Mello Breyner e leu-se na aula a "Saga" do livro Histórias da Terra e do Mar. lembro-me... O trabalho de casa era escrever algo parecido com a história, mas uma história nossa.
Eu com a mania que era feminista decidi escrever um "conto" em que a heroína era uma mulher (claro e não o somos sempre?) :) o que levou a outra história que eu acabei por escrever em que salvava o meu príncipe encantado das mãos de um príncipe malvado.
Acreditava piamente em histórias de amor e às vezes penso, e sei que vou parecer uma velha ao dizer isto, que se calhar as miúdas de agora deviam pensar no mesmo e menos na geração Morangos com Açúcar, mas isto volto a frisar é apenas a minha opinião de "velha jarreta".
A história é fraca e se fosse agora seria escrita de maneira diferente. Há muitas repetições, e a enfatização da importância da mulher e um quase papel secundário do homem...
Ficam as histórias, da minha inocência nos post seguintes...
Até Breve!
P.S. Convém referir que para a primeira história eu cheguei a fazer alguma pesquisa...
Eu com a mania que era feminista decidi escrever um "conto" em que a heroína era uma mulher (claro e não o somos sempre?) :) o que levou a outra história que eu acabei por escrever em que salvava o meu príncipe encantado das mãos de um príncipe malvado.
Acreditava piamente em histórias de amor e às vezes penso, e sei que vou parecer uma velha ao dizer isto, que se calhar as miúdas de agora deviam pensar no mesmo e menos na geração Morangos com Açúcar, mas isto volto a frisar é apenas a minha opinião de "velha jarreta".
A história é fraca e se fosse agora seria escrita de maneira diferente. Há muitas repetições, e a enfatização da importância da mulher e um quase papel secundário do homem...
Ficam as histórias, da minha inocência nos post seguintes...
Até Breve!
P.S. Convém referir que para a primeira história eu cheguei a fazer alguma pesquisa...
Tinquetas:
quando eu era pequenina
Friday, October 09, 2009
No dia em que ele nasceu... fica isto
Hoje, se ele fosse vivo, fazia 69 anos. É verdade, para o ano faria 70 e será o 30º aniversário do seu assassinato.
De quem vos falo hoje? Com estas etiquetas não é difícil adivinhar, sim falo-vos do John Lennon.
Quando começei este blog, corria o ano de 2005, falei-vos dele neste post e em muitos mais. Não sei o que dizer... há tanto para falar mas deixo-vos um texto que um dia me enviaram para o email dizendo que era dele. Não sei se é, mas tem a pinta dele, quanto mais não seja é sempre um texto bonito para se ler no dia em que quem escreveu o "All you need is love" celebrabria o seu aniversário.
Fica també uma "quote" que eu simplesmente acho fantástica...
Da minha parte... HAPPY BIRTHDAY JOHN !!!!(wherever you are)
Até Breve!
"Fizeram-nos acreditar que amor, amor a sério, só acontece uma vez, geralmente antes dos trinta anos. Não nos contaram que o amor não é accionado, nem chega com hora marcada.
Fizeram-nos acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja e, que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não nos contaram que já nascemos inteiros e que ninguém na nossa vida merece carregar às costas a responsabilidade de completar o que nos falta: nós crescemos através de nós próprios. Se estivermos em boa companhia é só mais agradável.
Fizeram-nos acreditar numa fórmula chamada “dois em um”: duas pessoas iguais, a pensar da mesma maneira, a agir da mesma maneira, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem um nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram-nos acreditar que o casamento é obrigatório e que desejos fora de horas devem ser reprimidos.
Fizeram-nos acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que têm pouco sexo são foleiros e que os que têm muito não são de confiança e, que vai sempre haver um chinelo velho para um pé torto. Só não nos disseram que existem muito mais cabeças tortas do que pés tortos.
Fizeram-nos acreditar que só existe uma fórmula para ser feliz, igual para todos, e que os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão resultados errados, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar novas alternativas.
Ah, também não nos contaram que ninguém nos vai contar isso tudo. Cada um terá de descobrir sozinho. E aí, quando estivermos muito apaixonados por nós próprios, vamos poder ser muito felizes e apaixonarmo-nos por alguém.
John Lennon"
"Vivemos num mundo onde precisamos de nos esconder para fazer amor enquanto que a violência é praticada em plena luz do dia" - John Lennon
De quem vos falo hoje? Com estas etiquetas não é difícil adivinhar, sim falo-vos do John Lennon.
Quando começei este blog, corria o ano de 2005, falei-vos dele neste post e em muitos mais. Não sei o que dizer... há tanto para falar mas deixo-vos um texto que um dia me enviaram para o email dizendo que era dele. Não sei se é, mas tem a pinta dele, quanto mais não seja é sempre um texto bonito para se ler no dia em que quem escreveu o "All you need is love" celebrabria o seu aniversário.
Fica també uma "quote" que eu simplesmente acho fantástica...
Da minha parte... HAPPY BIRTHDAY JOHN !!!!(wherever you are)
Até Breve!
"Fizeram-nos acreditar que amor, amor a sério, só acontece uma vez, geralmente antes dos trinta anos. Não nos contaram que o amor não é accionado, nem chega com hora marcada.
Fizeram-nos acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja e, que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não nos contaram que já nascemos inteiros e que ninguém na nossa vida merece carregar às costas a responsabilidade de completar o que nos falta: nós crescemos através de nós próprios. Se estivermos em boa companhia é só mais agradável.
Fizeram-nos acreditar numa fórmula chamada “dois em um”: duas pessoas iguais, a pensar da mesma maneira, a agir da mesma maneira, que era isso que funcionava. Não nos contaram que isso tem um nome: anulação. Que só sendo indivíduos com personalidade própria é que poderemos ter uma relação saudável.
Fizeram-nos acreditar que o casamento é obrigatório e que desejos fora de horas devem ser reprimidos.
Fizeram-nos acreditar que os bonitos e magros são mais amados, que os que têm pouco sexo são foleiros e que os que têm muito não são de confiança e, que vai sempre haver um chinelo velho para um pé torto. Só não nos disseram que existem muito mais cabeças tortas do que pés tortos.
Fizeram-nos acreditar que só existe uma fórmula para ser feliz, igual para todos, e que os que escapam dela estão condenados à marginalidade. Não nos contaram que estas fórmulas dão resultados errados, frustram as pessoas, são alienantes, e que podemos tentar novas alternativas.
Ah, também não nos contaram que ninguém nos vai contar isso tudo. Cada um terá de descobrir sozinho. E aí, quando estivermos muito apaixonados por nós próprios, vamos poder ser muito felizes e apaixonarmo-nos por alguém.
John Lennon"
"Vivemos num mundo onde precisamos de nos esconder para fazer amor enquanto que a violência é praticada em plena luz do dia" - John Lennon
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Gosto de...,
quentinho cá dentro...amores de perdição
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